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sábado, 4 de maio de 2013

Condenados no mensalão recorrem ao Supremo


Todos os 25 acusados considerados culpados pela mais alta corte do país apresentaram embargos de declaração. Pedidos vão da mudança do relator a diminuição de pena

José Cruz/ABr
Embargos de declaração serão relatados pelo presidente do STF, Joaquim Barbosa
Os 25 réus condenados no processo domensalão apresentaram embargos de declaração contra a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). O prazo para apresentação de recursos terminou nesta quinta-feira (2). Eles, no entanto, não têm data para ser analisados. Enquanto isso, as penas determinadas pela corte não serão executadas.
Todos os réus apresentaram embargos de declaração. O recurso não tem poder de mudar o mérito da decisão. Existe para esclarecer obscuridade, omissão ou contradição e, em alguns casos, dúvida do acórdão do julgamento. Para o ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos, advogado de José Roberto Salgado, o resumo publicado não tem lógica. Ele entende que a corte vai precisar modificar as decisões no mérito.
Entre os argumentos usados pelos condenados, está a mudança de relator. Tanto os advogados do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu como do ex-deputado Roberto Jefferson, pediram um novo ministro para o caso. Na visão deles, Joaquim Barbosa não pode tratar dos embargos por presidir a corte. O argumento é regimental. Pela norma interna do STF, o presidente não pode relatar casos que não estejam pronto para a pauta.
“Com todo respeito, não acho que tenha nenhuma consistência na pretensão de afastar o ministro Joaquim Barbosa da relatoria. O regimento, de forma nenhuma, dá base a essa pretensão”, disse o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, segundo a Agência Brasil. Ele interpretou o pedido como uma forma de “tentar tudo” para rever as condenações no processo.
Os réus também pediram redução de pena e até a revogação da perda do mandato, como é o caso do deputado João Paulo Cunha (PT-SP), condenado por corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro. Até o corretor Carlos Alberto Quaglia apresentou um recurso. Mesmo não sendo julgado pelo STF, que determinou o envio para a primeira instância, ele contestou a acusação de formação de quadrilha.

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